Planeta meu, planeta teu… cuidas de ti melhor do que eu?

Sabemos que temos direito a uma nacionalidade e a um país onde viver. O nosso planeta é então um direito de todos. Quando descuidamos a Terra, estamos a infringir um direito humano? Há um provérbio que diz assim: “Não herdamos a Terra dos nossos antepassados, pedimo-la emprestada aos nossos filhos”, mas a Terra parece estar a extinguir-se: a aquecer, a derreter glaciares, a subir o nível das águas, a poluir-se… rapidamente! Acreditemos ou não no aquecimento global, a Terra está suja, está poluída e esta poluição avança como um carro veloz – uma consequência grave da incomensurável acção humana. Uma coisa é certa, chegou a altura de arregaçar mangas. Acredito que há duas escalas de acção: a singular e a global. A escala singular está nos gestos e decisões que individualmente tomamos para tornar o planeta mais sustentável, mas que duvido que seja freio forte. A escala global permite mudar e adaptar diretivas, leis e regulamentos que sejam universais a todos os continentes, que permite parar incongruências de acções singulares entre pessoas, países e continentes. Se à escala planetária adoptarmos deveres pró-planeta, acredito que este carro consegue abrandar.